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Operação Smash cumpre 51 mandados contra condenados envolvidos em novos crimes

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A Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) da Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (25.10), a 10ª fase da Operação Smash, para cumprimento de 51 mandados de prisão contra pessoas condenadas pela Justiça e com outros processos criminais em andamento.

Para cumprimento das ordens judiciais, os policiais da Polinter se dedicaram por duas semanas com foco na identificação e localização do paradeiro de foragidos da Justiça, que praticaram os mais variados crimes e que estão prestes a receber a liberdade condicional, mas que respondem a outros processos e tiveram novas prisões decretadas.

Segundo a delegada titular da Polinter, Silvia Pauluzi, para a operação foram priorizados os mandados referentes ao crime de tráfico de drogas, mas também foram cumpridos mandados de prisão relacionados a crimes de violência doméstica, estelionato, furto, roubo, tentativa de homicídio, homicídio e prisão civil por pensão alimentícia.

Entre os alvos estavam custodiados nas unidades prisionais de Alto Araguaia, Cadeia Pública de Cortes Feminino e masculino, Cadeia Pública de Lucas do Rio Verde, Cadeia Pública de São Félix do Araguaia, Cadeia Pública de Mirassol d’Oeste, Cadeia Pública de Sorriso, Penitenciária de Rondonópolis (masculina e feminina).

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Para o diretor de Atividades Especiais (DAE), delegado Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, o resultado demonstra que a Polinter possui uma equipe comprometida e dedicada, estando em constante contato com as demais delegacias do Estado para dar suporte e cumprimento dos mandados de prisão.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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