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MP reforça orçamento da defesa civil em R$ 87 milhões

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O Congresso Nacional vai analisar a medida provisória que reforça em R$ 87 milhões o orçamento para ações da de proteção e defesa civil (MP 1270/2024). O dinheiro virá na forma de créditos extraordinários ao orçamento. O texto foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (24).

Os recursos são destinados ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MDR) para aplicação em todo o território nacional. De acordo com a MP, o valor poderá atender cerca de 743 mil pessoas.

Os créditos extraordinários abertos por meio de medidas provisórias se destinam a despesas imprevisíveis e urgentes, como aquelas decorrentes de calamidade pública. Os valores não entram no cálculo da meta de resultado primário do governo neste ano.

O prazo de validade de uma medida provisória é de dois meses, com prorrogação possível por mais dois. Se não for votada até o final do prazo, a MP deixa de produzir efeitos. As MPs de créditos extraordinários passam pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) antes de serem votadas pelas duas Casas do Congresso Nacional.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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Foto Mayke Toscano

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.

Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.

Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.

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