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Polícia Civil apura desaparecimentos de motoristas de aplicativo em Várzea Grande

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A Polícia Civil, por meio do Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), está em diligências ininterruptas para apurar três casos de desaparecimento de motoristas de aplicativo, ocorridos entre os dias 11 a 14 de abril. Os três veículos utilizados pelos motoristas foram localizados na cidade de Várzea Grande.

As investigações iniciaram na manhã de sábado, após a equipe do Núcleo de Desaparecidos receber informações sobre o desaparecimento da primeira vítima, Elizeu Rosa Coelho. O motorista de aplicativo está desaparecido desde a noite de quinta-feira (11), quando trabalhava em um veículo Fiat Uno, branco.

O veículo foi encontrado por familiares da vítima no bairro Cristo Rei em Várzea Grande, porém o motorista não foi encontrado.

Entre a noite de sábado e a manhã desta segunda (15.04), a equipe do Núcleo de Desaparecidos recebeu a comunicação do desaparecimento de outros dois motoristas de aplicativos, Nilson Nogueira e Márcio Rogério Carneiro, que dirigiam um veículo GM Ônix cinza e Fiat Pálio branco, respectivamente.

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Os dois veículos conduzidos pelos motoristas desaparecidos foram localizados em Várzea Grande, na mesma região que o primeiro, possivelmente para “esfriarem” – em ação costumeira de subtração de veículos, quando os criminosos deixam estes, durante certo tempo, para verem se são rastreáveis.

Os veículos já passaram por perícia e as investigações estão em curso. Quaisquer informações acerca do paradeiro desses desaparecidos serão úteis para as investigações. Outras unidades especializadas da Polícia Civil estão dando apoio às investigações, em face da sensibilidade e urgência.

Informações sobre o paradeiro das vítimas ou denúncias sobre os envolvidos podem ser passadas no telefone do Núcleo de Pessoas Desaparecidas: (65) 9 8173-0565.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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