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Passageira é presa transportando Skunk em ônibus interestadual

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Nesta quinta-feira (11/04), por volta das 20 horas, durante fiscalização, uma equipe da Polícia Rodoviária Federal abordou um ônibus no km 387 da BR 364. O coletivo partiu de Cuiabá-MT com destino ao Rio de Janeiro-RJ.

Durante a abordagem, uma passageira admitiu estar transportando cinco tabletes de Skunk (supermaconha). A mulher partiu de Manaus-AM com destino à cidade de São José do Rio Preto-SP. Ela admitiu que receberia uma quantia em dinheiro pelo transporte ilícito. Os entorpecentes estavam acondicionados em uma mala no compartimento de bagagem do ônibus.

A suspeita foi presa e encaminhada à Polícia Judiciária em Cuiabá para os procedimentos legais.

PRF, combatemos o crime, salvamos vidas.

Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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