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Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos também atua com grupos de idosos

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As atividades são oferecidas tanto pelos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) – que são instituições públicas – bem como entidades socioassistenciais parceiras.

O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos não atua só com grupos de crianças e adolescentes, mas também no desenvolvimento de atividades que contribuam para o fortalecimento de vínculos familiares, convívio social e o desenvolvimento da autonomia e da sociabilidade dos idosos.

Em Várzea Grande, vários polos trabalham com esses grupos em especial e, durante os encontros são realizadas dinâmicas e atividades na prevenção de situações de risco, de autonomia, informações necessárias quanto aos direitos adquiridos e interação entre os idosos.

De acordo com a coordenadora de Proteção Especial Básica, Bernadete Miranda, dentre os objetivos do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos para os idosos estão: assegurar espaço para encontros intergeracionais de modo a promover a sua convivência comunitária; contribuir para o processo de envelhecimento ativo, saudável e autônomo; detectar suas necessidades e motivações; desenvolver potencialidades e capacidades para projetos de vida, além de propiciar vivências que valorizem as suas experiências e que estimulem e potencialize a capacidade de escolher e decidir.

“Assim como é feito com o grupo que atua com as crianças e adolescentes, as orientadoras sociais desenvolvem temáticas propostas no cronograma de planejamento, e que serão executadas no decorrer do ano, assim sendo cada polo tem a responsabilidade de trabalhar os temas pautados, seja com atividades físicas, de estímulo ao raciocínio, de oficinas artísticas e culturais, artesanato e rodas de conversas, que constituem formas privilegiadas de expressão, interação e proteção social”, destacou Bernadete Miranda.

A coordenadora disse ainda que o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos para os grupos da terceira idade é ofertado tanto pelos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) – que são instituições públicas, -bem como entidades socioassistenciais parceiras.

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PARQUE MÃE BONIFÁCIA: Nesta quarta-feira (11) grupos de idosos dos polo Asa Bela e  Jardim Marajoara foram visitar o Parque Mãe Bonifácia, alguns dos integrantes não conheciam o local e, manifestaram o desejo de fazer o passeio ao espaço público e terem um dia de interatividade, não somente com os grupos do Serviço de Convivência, mas também com outros grupos da Capital que frequentam diariamente a área de lazer.

O passeio foi promovido pela orientadora social, Lindalva Marques de Arruda e da Técnica de Referência Social, Silvamirtes Reis, com apoio da técnica do administrativo, Graziella Monte.

A orientadora social, Lindalva Marques explica que geralmente trabalha com dinâmicas de danças e entretenimento, por entender que é uma interação social, que exercita a memória, recupera a autoestima e promove o bem estar físico e mental.  “Mas o passeio com os idosos ao parque também é uma oportunidade de promover a socialização, de vivenciar bons momentos e curtir a vida. Daí propomos essa visita guiada, e eles aguardaram ansiosamente por este dia”, comentou.

A participante do Serviço de Convivência, Dulcinéia Cruz da Silva disse que participar do programa social lhe devolveu a autoestima, que há muito tempo estava perdida. “A partir do momento que eu comecei a participar do grupo, resgatei a minha autoestima e a vontade de viver. Antes me sentia só, mas hoje me sinto bem. Esse passeio no parque é também uma forma de cuidar da saúde física e mental”.

Dona Maria Helena Nascimento, participa do Serviço de Convivência desde o ano passado e disse que o projeto social, foi uma benção em sua vida. “Estou viúva há quatro anos e a convivência com esse grupo me resgatou de casa, onde a gente deixa toda a tristeza e preocupação familiar. Eu aconselho que os idosos que procurem os CRAS e que possam buscar esse convívio social que tanto nos faz bem”.

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Rufina Alves da Silva, 84 anos, disse que se sente muito acolhida no serviço de convivência, e gosta das brincadeiras e atividades realizadas no local, mas a visita ao parque será inesquecível. “Eu nunca visitei este local e estou encantada com a área de lazer, e estou muito feliz em poder, nesta idade da vida, fazer esse passeio e conhecer esse espaço público. Se não fosse o serviço de convivência não teria oportunidade de conhecer o local”.

Já para o senhor José a visita ao Parque Mãe Bonifácia, mas que um passeio foi uma terapia. “Quero agradecer a todos por essa oportunidade”, comemorou.

A secretaria de Assistência Social, Ana Cristina Vieira, disse que as orientadoras sociais devem estar atentas a todos os eixos temáticos, mas que a equipe precisa também perceber às necessidades sugeridas no grupo e desenvolver a criatividade para a oferta de atividades atrativas e prazerosas, como foi o passeio no parque.  “A convivência social e comunitária são importantíssimas para os nossos idosos. São nesses encontros que eles conversam falam sobre sonhos e expectativas. São passeios como esse que traz felicidade, e aqui em Várzea Grande a gente valoriza muito ações que podem trazer desenvolvimento social, trabalhar a autoestima e também a felicidade”.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Campanha arrecada doações para velório de professor encontrado morto em Várzea Grande

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Familiares e amigos do professor Breno Antônio Humberto de Moraes, de 25 anos, iniciaram uma campanha solidária para custear as despesas com o velório e o sepultamento do jovem, encontrado morto na quinta-feira (8), em uma área de brejo no bairro 13 de Setembro, em Várzea Grande.

A mobilização é organizada pelo Centro Acadêmico de Pedagogia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), onde Breno concluiu sua formação no início deste ano.

As doações podem ser feitas por Pix, em qualquer valor, pela chave (65) 99350-2711, em nome de Rafaela Aparecida H. de Moraes, irmã do professor e de seu irmão gêmeo, Bruno.

Até a manhã desta sexta-feira (9), o horário e o local do velório e do sepultamento ainda não haviam sido divulgados pela família.

Breno estava desaparecido desde a noite de 26 de setembro, quando saiu de casa na região da Capela do Piçarrão, em Várzea Grande. Após 11 dias de buscas, o corpo foi localizado pela polícia em uma área de difícil acesso.

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Um homem de 26 anos, investigado por possível envolvimento no caso, foi preso temporariamente na região do Manso. A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), segue investigando as circunstâncias da morte. A possível motivação passional ainda depende de confirmação oficial.

Como ajudar: as contribuições podem ser enviadas via Pix para (65) 99350-2711, em nome de Rafaela Aparecida H. de Moraes.

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