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Polícia Civil localiza em imóvel abandonado depósito de entorpecentes de Tapurah

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A Delegacia de Tapurah desarticulou, na manhã de segunda-feira (08.04), um depósito de drogas na cidade. No lote abandonado, os policiais civis localizaram enterrados em baldes, 718 pinos de cocaína, 27 porções e outros quatro tabletes de maconha e quatro porções de pasta base de cocaína, além de duas balanças de precisão.

Os investigadores estavam em uma diligência para localizar o suspeito do furto de uma arma ocorrido na semana anterior, que foi identificado em imagens de câmeras de segurança.

Ao chegarem próximo à residência do suspeito, os investigadores o avistaram, contudo o criminoso fugiu junto com outras pessoas que estavam no imóvel, pulando o muro dos fundos que dá para um terreno abandonado.

No imóvel, os policiais localizaram o entorpecente, verificando que se tratava de uma área abandonada, usada como depósito de drogas. Em continuidade à diligência, um adolescente que havia fugido da casa foi localizado e apreendido.

O material foi encaminhado para perícia na Politec-MT.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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