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Escola de Governo está com inscrições abertas para cursos de Gestão de Finanças Pessoais e Cartilha Verde

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A Escola de Governo, por meio da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MT), está com inscrições abertas para dois cursos no formato de ensino a distância (EaD): Gestão de Finanças Pessoais e Cartilha Verde de Mato Grosso. Ao todo são ofertadas 450 vagas, que contemplam os servidores públicos do Poder Executivo de Mato Grosso.

O curso de Gestão de Finanças tem o objetivo de ensinar os servidores a melhor forma de lidar com as finanças pessoais. Sua matriz curricular passa por quatro módulos que vão desde inteligência emocional, planejamento pessoal e familiar, organizar despesas e princípios e formas de investimento.

A capacitação tem carga horária de 30h e fica com inscrições abertas até dia 26 de abril pelo site de capacitações da Controladoria Geral do Estado, ou clicando AQUI.

Quanto à capacitação da Cartilha Verde de Mato Grosso, as inscrições vão até dia 28 de abril, e é composto pela carga horária de 25h. Como o nome sugere, o treinamento discutirá diretrizes voltadas para a sustentabilidade em edificações da Administração Direta de Mato Grosso.

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A ementa do curso prevê a apresentação de diretrizes de sustentabilidade, conservação e eficiência de energia elétrica, uso da água e dos recursos hídricos aplicadas a prédios públicos. O objetivo do curso é disseminar a publicação da “Cartilha sobre Construções Verdes no Estado de Mato Grosso” aos gestores e servidores técnicos estaduais e capacitar os mesmos para aplicarem os parâmetros e diretrizes desse documento nos projetos e obras administrativas. 

Para se inscrever neste curso, clique AQUI.

*Com supervisão de Dayanne Santana

Fonte: Governo MT – MT

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Cattani cobra solução para sistema florestal e cancelamentos de CAR de pequenos produtores

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) cobrou providências da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a sessão plenária de quarta-feira (21), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ele apontou a instabilidade do Sisflora (Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais), que controla a extração de madeira no estado, e o cancelamento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) de pequenos produtores como problemas que prejudicam quem produz.

Segundo Cattani, o Sisflora está fora do ar há dias, e os empresários do setor não conseguem emitir notas, carregar cargas, nem vender a mercadoria. “Imaginem os senhores se isso acontecer em qualquer tipo de comércio. Se coloca no lugar desses empresários que estão aí sem poder vender o seu produto, sem poder comercializar há tantos dias por culpa do Estado, por culpa da secretaria”, afirmou.

O deputado lembrou que a falha inviabiliza quem produz. “É um sistema caríssimo, pago pelo Estado de Mato Grosso, mas que não funciona e dessa maneira inviabiliza os nossos grandes empresários e pessoas que produzem no setor florestal. Nós precisamos consertar isso.”

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Cattani também relatou o caso de pequenos produtores do assentamento Pontal do Marape, que tiveram o CAR cancelado depois que outra pessoa registrou um cadastro sobreposto à área do assentamento. Segundo ele, sem o documento, as famílias ficam impedidas de acessar crédito e de produzir. “Hoje os pequenos produtores não conseguem acessar o crédito, não conseguem produzir, não conseguem fazer nada porque o CAR foi cancelado”, relatou.

O parlamentar questionou a atuação da Sema no caso. “Como é possível que a Sema aceite isso? E pior do que isso, como é possível, depois de comprovado que o CAR está sobreposto, não validar o CAR daqueles pequenos produtores e continuar validando o CAR da pessoa que fez numa área sobreposta?”.

Cattani dirigiu o pedido ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), e lembrou que, como prefeito de Lucas do Rio Verde, Pivetta criou um programa que regularizou as áreas rurais do município. “Peço ao senhor que mude o sistema e o modo de agir da secretaria para que de fato faça justiça aos produtores rurais do nosso estado. Que não seja perseguidora dos produtores rurais”, disse.

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O parlamentar defendeu uma intervenção na pasta. “Não é para que ela acabe, nem para que não faça o seu trabalho. Pelo contrário, é para que faça o seu trabalho, mas de forma correta, sem ser perseguidora dos produtores rurais do nosso estado”.



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