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Investigado por tráfico em Cuiabá e Campo Verde é preso pela Polícia Civil na Capital

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Um homem considerado foragido da Justiça por envolvimento em crimes de tráfico de drogas teve o mandao de prisão cumprido pela Polícia Civil, na quarta-feira (04.03), após ser localizado pela equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).

O suspeito de 27 anos é investigado pela atuação com o comércio de entorpecentes nas cidades de Cuiabá e Campo Verde e estava com mandado de prisão em aberto, expedido pela Segunda Vara Criminal da Capital.

Após informações sobre o possível paradeiro do procurado, os policiais da DRE realizaram diligências, conseguindo localizar o foragido, no bairro Três Barras, em Cuiabá, onde foi dado cumprimento à ordem de prisão.

O preso foi conduzido à DRE para as providências cabíveis, sendo posteriormente encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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