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Operação Arcarius cumpre seis mandados judiciais contra traficantes em Matupá

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A Delegacia da Polícia Civil de Matupá, no norte do estado, deflagrou nesta quarta-feira (27.03) a operação Arcarius para cumprir seis mandados de prisão e de buscas contra investigados pelo comércio de entorpecentes no município.

Após a prisão em flagrante de um traficante recentemente, a Delegacia instaurou inquérito para apurar o crime e no decorrer das investigações foram identificados outros integrantes da organização criminosa que atuam com a venda de entorpecentes.

Nesta quarta-feira foram cumpridos dois mandados de prisão e quatro de busca e apreensão. A Polícia Civil também solicitou o bloqueio de contas bancárias utilizadas pelos investigados para o recebimento de valores oriundos da venda das drogas.

Duas pessoas foram detidas em flagrante por tráfico e apreendidas diversas porções de pasta base, cocaína e maconha, além de um revólver de calibre 22 e aparelhos celulares.

Arcarius significa o encarregado de cofre ou tesoureiro.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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