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Polícia Civil e Gaeco cumprem 24 mandados contra organização criminosa envolvida em crimes patrimoniais

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) e Delegacia Especializada do Adolescente (DEA) de Barra do Garças, e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagraram na manhã desta terça-feira (26.03), a Operação Contra-ataque Red, para cumprimento de 24 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pela atuação em crimes de roubos e extorsões, ocorridos no município de Pontal do Araguaia.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) da Capital, sendo oito mandados de busca e apreensão, oito mandados de quebra de sigilo de dados informáticos e telemáticos e oito medidas cautelares de indisponibilidade de bens. Os mandados são cumpridos nos municípios de Barra do Garças, Pontal do Araguaia e na cidade de Aragarças (GO).

A operação foi deflagrada com base em investigações iniciadas na Derf e na DEA de Barra do Garças para apurar roubos, furtos e extorsões ocorridos na cidade de Pontal do Araguaia, identificando pelo menos oito integrantes de uma organização criminosa envolvida na prática dos crimes.

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Em seguida, a equipe do Gaeco em parceria com a Derf, com o avanço das investigações, acabou confirmando uma ramificação da organização criminosa com foco na prática, dentre outras infrações penais, de crimes patrimoniais. Com base nos elementos apurados, foi representado pelas ordens judiciais, que foram deferidas pela Justiça e são cumpridas nesta terça-feira (26).

Contra-ataque Red

O nome da operação é em alusão ao contexto que mira desarticular uma ramificação da organização criminosa com atuação em Barra do Garças, especializada em praticar crimes patrimoniais.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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