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Fugitivo de Cadeia de Tangará da Serra é preso pela Polícia Civil em Cáceres

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Um fugitivo da Cadeia de Tangará da Serra teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (25.03), após ser localizado na cidade de Cáceres (228 km a oeste de Cuiabá).

A prisão do foragido ocorreu em uma ação conjunta dos policiais da Delegacia Regional e Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cáceres e da Divisão de Repressão a Entorpecentes da Delegacia de Tangará da Serra.

O suspeito estava com mandado de prisão expedido pela quarta Vara Criminal de Tangará da Serra, recebendo uma pena de 29 anos e cinco meses, por envolvimento em crimes de tráfico de drogas, roubo e furto.

O procurado estava recluso na Cadeia Pública de Tangará da Serra e prestava serviço fora, retornando para a prisão no final do dia. No início do mês de fevereiro, o suspeito saiu para trabalhar e não retornou ao presídio, tornando-se foragido.

Após troca de informações entre as unidades policiais, foi possível chegar a localização do fugitivo, que teve o mandado de prisão cumprido em Cáceres, sendo novamente encaminhado para o presídio, onde ficou à disposição da Justiça. 

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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