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Polícia Civil prende homem por vender munições para criminosos

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Após denúncias de que um morador estava comercializando munições para criminosos, em Sinop (500 km ao norte), a Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), efetuou a prisão do suspeito.

O homem de 40 anos, integrante de facção criminosa, foi autuado em flagrante pelo crime de porte e posse irregular de arma de fogo, na segunda-feira (18.03), no bairro Sebastião de Matos.

Durante as diligências e buscas na residência onde o suspeito estava, os investigadores da Derf de Sinop apreenderam uma espingarda de calibre 36 e mais 45 munições de grosso calibre.

Conforme o delegado Victor Hugo Caetano, a arma e as munições já estavam sendo monitoradas, pois eram utilizadas para ações criminosas na cidade, e estavam sendo guardadas a mando de uma facção.

“Os indícios apontam também que o preso vendia as munições para criminosos praticarem roubos e homicídios em Sinop”, destacou o delegado.

Interrogado na Derf, o suspeito afirmou que comprava as munições de caminhoneiros em um posto de combustível, porém não revelou para quem revendia.

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Em seguida ele foi encaminhado para Central de Flagrante, autuado e colocado à disposição da da Justiça.
 

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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