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Polícia Civil investiga captação irregular de água em ribeirão na região da Água Fria

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema), em conjunto com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), deflagraram na última sexta-feira (15.03), a Operação Rio Escasso, com foco no combate à captação irregular de água no Ribeirão Bom Jardim, localizada na região de Água Fria, a aproximadamente 90 quilômetros de Cuiabá.

A operação foi desencadeada após denúncia recebida pela Dema sobre pessoas que estariam captando água do Ribeirão Bom Jardim irregularmente, causando danos tanto ao riacho, quanto à comunidade da região.

No local, policiais da Dema e demais equipes, flagraram um motor-bomba às margens do ribeirão, no momento em que abasteciam um caminhão-pipa de uma empresa.

Entrevistado, o motorista do caminhão informou que é funcionário de uma empresa terceirizada, responsável pelo plantio de árvores da espécie Eucalipto, localizada próximo ao local. Na sequência, as equipes deslocaram até a fazenda indicada pelo motorista, onde constataram que a empresa não possuía outorga para captação de água no Ribeirão Bom Jardim.

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Diante do fato, o responsável pela empresa foi conduzido até a Delegacia Especializada de Meio Ambiente para prestar esclarecimentos. A Secretaria de Meio Ambiente autuou a empresa, bem como realizou a apreensão do motor-bomba e do caminhão-pipa, que eram utilizados na captação irregular de água.

Contra o funcionário da empresa foi lavrado o Termo Circunstanciado de Ocorrência por crime ambiental. A delegada titular da Dema, Liliane Murata, destaca que as investigações seguem em andamento para apurar a conduta da empresa e seu representante legal pelo dano causado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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