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Operação realiza fiscalização em pet shop investigado por causar cegueira em cachorro

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) – Núcleo de Combate a Maus-tratos de Animais – em parceira com a Secretaria Adjunta de Bem-Estar Animal e o Conselho Regional de Medicina Veterinária, deflagrou na manhã desta sexta-feira (15.03), a Operação Visão Interrompida, com o objetivo de apurar possíveis irregularidades em uma clínica veterinária supostamente responsável por causar a cegueira em um cachorro.
 
De acordo com as investigações da Dema, o cachorro da raça lhasa-apso frequentava a empresa de pet shop investigada para procedimentos de banho e tosa e passou a apresentar complicações no olho, sendo então levado pelos seus donos até outra clínica veterinária para avaliação. 
 
Após o atendimento, foi verificada a necessidade do animal passar por uma cirurgia de transplante córnea, porém não foi possível reverter o quatro clínico do cachorro que perdeu a visão de um dos olhos.

A delegada titular da Dema, Liliane Murata  as investigações continuam para apurar se houve responsabilidade e maus-tratos por parte da empresa. 

“O combate aos maus-tratos animais é uma bandeira da maior importância. Estamos apurando todos os fatos para verificar se houve ou não alguma responsabilidade do estabelecimento ou dos profissionais que trabalham no local”, disse a delegada.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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