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Autor de homicídio em Barra do Garças é preso no Estado de Goiás

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Autor de homicídio ocorrido em 2023, no município de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), foi preso no sábado (09.03), em Goiânia, Estado de Goiás, durante cumprimento de mandado judicial.

O procurado, considerado pessoa de alta periculosidade, foi identificado como o responsável pelo homicídio, após investigação conduzida pela 1ª Delegacia de Barra do Garças para esclarecer o crime.

Diante dos indícios e evidências de autoria delitiva, foi representado pelos pedidos de prisão preventiva, busca e apreensão domiciliar e quebra de sigilo telefônico, deferidos pela Justiça.

Com as ordens judicias em aberta, foram realizadas diversas diligências para localizar o foragido, o qual possui extensa ficha criminal, e apurado que ele estava em Goiás.

Em seguida a 1ª Delegacia de Barra do Garças solicitou apoio as forças de Segurança Pública do Estado Goiás, sendo possível efetuar a prisão do suspeito na cidade de Goiânia.

Homicídio

O crime ocorreu no dia 27 de julho de 2023, na Rodoviária Interestadual de Barra do Garças, ocasião em que a vítima, Antonio Carlos Manhezo, de 21 anos, foi assassinada por disparos de arma de fogo.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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