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Polícia Civil prende mais um foragido por estupro de vulnerável em Barra do Bugres

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Mais um foragido da Justiça por estupro de vulnerável teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, na quinta-feira (07.03), em ação realizada pela equipe de policiais da Delegacia de Barra do Bugres (168 km a médio-norte de Cuiabá).

Com a prisão do foragido, já são três prisões realizadas no município de envolvidos em crimes de estupro de vulnerável. O suspeito praticou o crime contra uma sobrinha de forma reiterada, desde que ela tinha 10 anos de idade.

Segundo o delegado, Fernando Filiu Albuquerque, nesta semana em que é comemorado o dia da mulher, a equipe policial tem focado em tirar agressores das ruas, por meio de pronta resposta e investigação de foragidos por crimes cometidos contra mulheres e crianças.

“Com a intensificação das ações, conseguimos prender quatro foragidos da Justiça nos últimos dias, sendo três deles pelo crime gravíssimo que é o estupro de vulnerável”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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