POLÍCIA
Operação fiscaliza atividade de pesca e orienta pescadores e rede hoteleira na região do Pantanal
POLÍCIA
A operação Rio Acima foi desencadeada com objetivo educativo no prolongamento do Rio Cuiabá, partindo do Sesc Pantanal subindo o leito, fiscalizando todas as atividades de pesca, amadora e profissional, abrangendo os municípios de Poconé e Barão de Melgaço.
Durante os trabalhos, a equipe de policiais percorreu a região da comunidade das Conchas, região de mimoso e toda extensão da Bahia De Sinhá Maria (segunda maior Bahia do ecossistema), que tem como afluente o Rio Mutum.![]()
A fiscalização de pesca totalizou mais de 20 horas de rio acima em deslocamento fluvial diuturnamente com abordagens fiscalizando o pescado, o pescador com a autorização (carteira de pesca) e o piloteiro devidamente habilitado (ARRAS – doc da embarcação).
A delegada titular da Dema, Liliane Murata destacou que além das fiscalizações também foi conhecimento sobre o atual arcabouço jurídico retirando dúvidas dos ribeirinhos. “A especializada está trabalhando muito e empenhada. O compromisso de toda a equipe Dema é visível e vamos avançar ainda mais. Todo esforço no combate ao crime ambiental será realizado”, disse a delegada.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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