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Sema formaliza acordo com Governo Federal para modernizar gestão dos recursos hídricos de MT

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) formalizou junto à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) um acordo para o fortalecimento e a modernização da gestão dos recursos hídricos de Mato Grosso.

O órgão ambiental, por meio da Superintendência de Recursos Hídricos (SURH), enviou para o Governo Federal o seu plano de ações para aperfeiçoar tanto as políticas de recursos hídricos como as de saneamento e de segurança de barragens.

A implementação das ações será viabilizada através do Pacto pela Governança da Água, uma ação da ANA que objetiva fortalecer a relação da União com os Estados e o Distrito Federal.

Conforme o superintendente de Recursos Hídricos da Sema-MT, Luiz Noquelli, as ações pactuadas fazem parte de um conjunto de acordos que a ANA já desenvolve com o Estado de Mato Grosso.

De acordo com a nota técnica enviada, o plano de ações de Mato Grosso está concentrado em 12 frentes de atuação, sendo seis para a gestão dos recursos hídricos, três para saneamento e outras três para a segurança de barragens.

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Entre as medidas planejadas pelo órgão ambiental estão a cooperação entre Brasil, Bolívia e Paraguai para a conservação, desenvolvimento sustentável e gestão integrada na Bacia do Alto Paraguai, e a adesão a plataformas digitais de monitoramento e gestão nacional de recursos hídricos.

Confira a íntegra do plano enviado.

Fonte: Governo MT – MT

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TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas

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Foto: Alair Ribeiro/TCE-MT

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.

A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.

Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.

Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.

O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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