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Polícia Civil prende autora de homicídio de ex-companheiro em Cotriguaçu

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Policiais da Delegacia de Cotriguaçu, na região noroeste de Mato Grosso, cumpriram nesta segunda-feira (26.02) o mandado de prisão de uma mulher de 40 anos investigada pelo homicídio do ex-companheiro, ocorrido na primeira quinzena deste mês.

Lourival Guadagnini Cândido, de 42 anos, morreu no Hospital Municipal de Cuiabá depois de quase dez dias internado. Ele foi transferido para a capital no dia 17 de fevereiro vindo de uma unidade de saúde de Juína.

A vítima foi atingida por um golpe de faca, desferido pela ex-companheira, após uma discussão entre ambos na madrugada do dia 12 de fevereiro. Mesmo ferido, Lourival conseguiu pegar uma motocicleta e buscar socorro no hospital de Cotriguaçu. Com a constatação de uma perfuração no pulmão, ele foi transferido a Juína e depois para Cuiabá, onde foi a óbito dias depois.

O inquérito foi instaurado inicialmente como homicídio tentado e com o óbito da vítima, o crime passou a ser apurado como homicídio consumado.

O delegado Lucas Pereira Santos representou pela prisão da investigada, que foi presa preventivamente neste segunda-feira na casa de um familiar, em Cotriguaçu.

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Após a prisão, ela foi encaminhada a exame de corpo de delito e depois irá para uma unidade prisional feminina do estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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