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Operação Lei Seca em oito cidades de MT prende 55 motoristas alcoolizados e confecciona 630 multas

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) realizou, nesta quarta-feira (22.02), a Operação Lei Seca de forma simultânea em oito cidades, resultando na prisão de 55 motoristas alcoolizados e na emissão de 630 autos de infração de trânsito.

As ações, coordenadas pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI), ocorreram em Cuiabá, Várzea Grande, Alta Floresta, Cáceres, Sinop, Sorriso, Barra do Garças e Nova Mutum.

Do total de multas, 112 foram por condução de veículo sem registro ou não licenciado, 107 por dirigir sob efeito de álcool, 106 por dirigir sem possuir CNH e 27 por recusa ao teste de alcoolemia e 278 por infrações diversas.

Além dos motoristas embriagados, os agentes prenderam uma pessoa por uso de documento falso. Também foram confeccionados dois Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO) contra proprietários por entregarem a direção de veículo a pessoa não habilitada.

As operações resultaram também em 1.237 testes de alcoolemia realizados e 260 veículos removidos.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada, com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: Governo MT – MT

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TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas

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Foto: Alair Ribeiro/TCE-MT

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.

A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.

Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.

Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.

O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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