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Polícia Civil cumpre prisão contra homem condenado pela Justiça

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Policiais civis da Gerência Estadual de Polinter e Capturas, efetuaram a prisão de um foragido da Justiça, nesta quarta-feira (21.02), em Cuiabá, durante cumprimento de mandado de prisão.

Já condenado, o procurado de 31 anos, estava com a prisão definitiva expedida pelo juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca da Capital, desde o dia 19 de dezembro de 2023.

A ordem judicial foi decretada conforme Lei 7.210, artigo 118, I (cometimento de falta grave ou de crime doloso, no curso da execução da pena, autorizando a regressão do regime de cumprimento de pena do reeducando, mesmo que seja estabelecido de forma mais gravosa do que a fixada na sentença condenatória).

Em diligências para cumprir mandados de prisões em abertos, a equipe da Polinter conseguiu localizar o foragido em uma residência na região no bairro Altos do Coxipó.

Ao ser abordado, ele foi conduzido para as providências cabíveis, sendo posteriormente apresentado e colocado à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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