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Secretária de saúde busca no ministério mais recursos para Rondonópolis

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O expediente de trabalho da secretária de saúde Ione Rodrigues junto do prefeito José Carlos do Pátio e a superintendente da atenção especializada, Stephany Paiva, essa semana em Brasília foi satisfatório. Em audiência no Ministério da Saúde, os lideres fortaleceram a pauta da ampliação do teto MAC, de custeio dos serviços de média e alta complexidade bem como outros recursos para a saúde do município.

Na mesma ocasião, o chefe do executivo e a gestora da saúde do município protocolaram no governo federal pedidos de inserção de vários projetos do município para receber recursos do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

“Eu considero que tivemos êxito nos compromissos que tivemos em Brasília. Tivemos uma sinalização positiva quanto a reanálisde do reajuste do teto MAC. Esperamos que o governo cumpra o deficit que estamos tendo e acreditamos que isso aconteça em breve”, afirmou Ione Rodrigues.

Acompanhados também pela equipe técnica da Secretaria, a comitiva rondonopolitana manteve em bom relacionamento com o governo federal que deixou o Ministério da Saúde, bem como outros ministérios de portas abertas para novas tratativas.

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Em contrapartida

Apesar do sucesso nas audiências que tiveram em Brasília, a secretária Ione Rodrigues retornou ao município e se deparou com algumas informações que foram ditas durante a sessão da Assembleia Legislativa desta semana. “Estranhamos as dados que foram passados por dois deputados na Assembleia, informações que não são verídicas e ditas sem nenhum fundamento. Não reconhecemos nenhum deficit, nenhum atraso como disseram”, ressaltou a secretária.

Inclusive, Ione Rodrigues afirmou que a equipe jurídica da Saúde vai solicitar vai ofício aos deputados a fundamentação da fala que foi feita durante a sessão ordinária da Assembleia.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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