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PM prende suspeito de furto de caminhonete SW4 em Cuiabá e localiza veículo em Acorizal

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Policiais militares do 10º Batalhão e do Grupo de Apoio recuperaram, na noite desta terça-feira (06.02), em Acorizal, uma caminhonete SW4, que tinha sido furtada na segunda-feira (05.02), no Bairro Santa Rosa, em Cuiabá.

No dia do crime, os suspeitos estavam em um veículo Ford Fiesta, que, segundo denúncias, tinha sido visto circulando pelo bairro Jardim Vitória, nas proximidades da MT-251, em Cuiabá.

Durante buscas pela região, os policiais abordaram o veículo, onde foi encontrada uma chave de fenda escondida no aparelho de som do carro.

Questionado quanto ao furto, o motorista afirmou que tinha emprestado seu carro a outros dois suspeitos, que esconderam a caminhonete em uma região de mata, próximo ao município de Acorizal.

À PM, ele ainda afirmou que recebeu R$ 700 para buscar a dupla no local. Posteriormente, o homem relatou que o veículo estava escondido no Distrito de Aldeia, em Acorizal. Até o momento, nenhum dos outros suspeitos foi localizado. O homem e o veículo foram encaminhados à delegacia.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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