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Investigada por organização criminosa envolvida em homicídios é presa pela Polícia Civil

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Policiais da Delegacia de Homicídios de Rondonópolis prenderam nesta quarta-feira (07.02) uma mulher de 22 anos investigada por integrar uma organização criminosa. A equipe da DHPP localizou a foragida em um mercado, na cidade de Pedra Preta, no sul do estado.

Ela teve a prisão preventiva decretada pela 7ª Vara Criminal de Cuiabá e as investigações da Polícia Civil apontam que o grupo que a jovem integra tinha como principal finalidade a execução de homicídios em Rondonópolis. Outros três criminosos foram presos no mês de dezembro e todos respondem pelo crime de organização criminosa armada.

A prisão contou com o apoio da Delegacia de Pedra Preta. Após o cumprimento do mandado, a investigada será encaminhada à cadeia feminina de Rondonópolis.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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