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Círculo de paz promovido pelo Judiciário marca retorno às aulas em São José dos Quatro Marcos

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O início do ano letivo de 2024 no município de São José dos Quatro Marcos foi marcado pela colaboração do Poder Judiciário por meio da realização de um círculo de paz com profissionais da educação.
 
O círculo foi realizado com 20 profissionais, incluindo professores e a direção, na Escola Cooperativa Quatro Marcos (COOPEQ), pela facilitadora Sandra de Lima Longhi, que é servidora da comarca no cargo de agente da infância e juventude e tem formação como psicóloga.
 
A proposta é facilitar, entre os profissionais, a reflexão do  diálogo e da escuta como ferramenta de respeito e interação  dos profissionais mais antigos com os recém-chegados.
 
“A experiência de círculo com os profissionais promoveu aproximação e interação não só dos educadores entre si, mas do Judiciário e a instituição escolar. O círculo de paz é valoroso instrumento de escuta e fala, possibilitando refletir o papel que cada qual representa, seu valor e sua importância a contribuir, seja pelo profissional novo que chega, com suas ideias e inovações, como também por quem está há mais tempo, trazendo sua importância como fator de experiência e resultados”, observa Sandra.
 
O convite para a realização do círculo de paz veio a pedido da direção da escola, por já conhecer a estrutura e funcionamento da metodologia em razão dos atendimentos já realizados, anteriormente, com os alunos.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas

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Foto: Alair Ribeiro/TCE-MT

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.

A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.

Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.

Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.

O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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