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Cidade do interior de MT que mais gerou empregos em 2023, Rondonópolis cria 3.903 novas vagas

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Rondonópolis criou 3.903 empregos com carteira assinada em 2023. Os números são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Governo Federal e mostram que Rondonópolis foi a cidade do interior de Mato Grosso que mais gerou empregos no ano passado.

Segundo o Caged, ocorreram 52.543 admissões e 48.640 desligamentos em Rondonópolis, gerando um saldo positivo de 3.903 novas vagas criadas. O município fechou 2023 com 71.435 trabalhadores empregados com carteira assinada, quantidade 5,78% maior que aquela de 2022.

Os números apontam ainda que a maior parte das novas vagas de trabalho formal em 2023 foram no setor de serviços, que foi o responsável pela criação de 2.077 vagas, aumento de 6,87% na geração de vagas com relação ao ano de 2022. No total, 32.314 trabalhadores estão empregados no setor de serviços na cidade.

Em seguida, o comércio foi o setor que mais abriu vagas, criando no ano passado, 704 postos de trabalho com carteira assinada, crescimento de 3,69% em comparação a 2022. O setor emprega 19.785 trabalhadores formais na cidade.

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Também com resultado positivo, o setor da construção civil foi o responsável pela abertura de 594 vagas em 2023, uma expansão de 11,37% em relação a 2022. O setor foi o que mais cresceu e fechou o ano passado com um total de 5.820 empregados.

Com saldo positivo na geração de empregos aparecem ainda a indústria e a agropecuária. No setor industrial, 398 vagas de trabalho com carteira assinada foram abertas, enquanto que na agropecuária, 130 novos empregos foram criados.

Em 2023, na comparação com 2022, a indústria ampliou 3,95% as vagas de trabalho e a agropecuária, 4,45%. Ao todo, há 10.464 trabalhadores formais empregados na indústria e 3.052 na agropecuária.

Em dezembro, o Caged mostra que Rondonópolis teve 1.120 vagas fechadas de trabalho com carteira assinada. No mês, foram 3.305 admissões frente a 4.420 desligamentos. A maior parte das vagas fechadas foram na construção civil (733) e no setor de serviços (286).

Houve um aumento de 5,78% no total de vagas no trabalho formal em 2023 em relação a 2022, passando de 67.532 empregados com carteira assinada em 2022 para 71.432 no ano passado.

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Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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