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Sinfra informa que trânsito na ponte do Rio Claro está liberado após correção de problema

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que o trânsito sobre a ponte do Rio Claro, na MT-251, entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães, está fluindo normalmente, com passagem de veículos dos dois lados. A Sinfra-MT ainda reforça que não há riscos estruturais na ponte.

Uma equipe trabalhou ininterruptamente no local e conseguiu liberar o trânsito no início da madrugada desta terça-feira (30.01), em menos de 24 horas após o início da recuperação da via.

Na segunda-feira (29), o trânsito precisou ser parcialmente interditado em um dos lados da pista, depois do surgimento do buraco na cabeceira da ponte. Na mesma manhã, uma equipe de engenheiros da Sinfra-MT foi até o local para verificar o problema e começar a trabalhar em suas soluções.

Segundo a secretária adjunta de Obras Rodoviárias da Sinfra-MT, engenheira Nivia Calzolari, dois fatores provocaram a abertura do buraco: um muro de contenção na parte inferior da ponte colapsou, provocando deslizamento do material do aterro da ponte. Ao mesmo tempo, uma infiltração no pavimento provocou o buraco.

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Depois de identificado o problema, a Sinfra-MT trabalhou nas soluções. Para estabilizar o aterro da ponte, foi utilizada uma técnica de engenharia conhecida como “Rip Rap”, que consiste na utilização de sacos com mistura de solo e cimento. Na parte superior, a via foi recuperada com brita graduada e asfalto.

Ainda será realizado outro trabalho na parte inferior da ponte, que consiste na construção de um muro de contenção do tipo gabião, para proteger o aterro da cabeceira e impedir novos deslocamentos de terra.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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