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Dono de supermercado é preso por armazenamento irregular de botijões de gás em Confresa

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Um empresário, dono de um supermercado no município de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá), suspeito de armazenamento irregular de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) foi preso em flagrante, na tarde desta terça-feira (16.01), em uma ação conjunta da Polícia Civil com o Corpo de Bombeiros.

O suspeito, de 26 anos, foi autuado em flagrante por crime ambiental previsto no artigo 56 da lei 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais) – armazenar, guardar, ter em deposito ou usar produto ou substancia tóxica, perigosa ou nociva a saúde humana ou ao meio ambiente, em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou nos seus regulamentos:

A prisão ocorreu após as equipes da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros receberem denúncia do armazenamento irregular de botijões de gás, em um supermercado no bairro Jardim Planalto. O GLP é um produto altamente inflamável, que quando armazenado em condições inadequadas pode provocar explosões.

¿¿¿¿¿¿¿No local, os policiais e os bombeiros constataram a veracidade da denúncia, encontrando dois botijões de gás em situação irregular, em frente ao estabelecimento.

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Diante da situação, a equipe do Corpo de Bombeiros realizaram as devidas notificações ao estabelecimento e o suspeito foi conduzido à Delegacia de Água Boa, onde após ser interrogado, foi autuado em flagrante por crime ambiental.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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