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Polícia Civil prende avô investigado pelo estupro da neta de cinco anos

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A equipe da Delegacia de Especializada de Defesa da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso de Sinop cumpriu nesta segunda-feira (15.01), o mandado de prisão contra um homem de 52 anos, investigado por estuprar a neta de cinco anos de idade na noite de 1o de janeiro, durante um encontro da família.

O crime chegou ao conhecimento da Polícia Civil no dia 05 deste mês, quando a mãe da vítima procurou a delegacia para relatar o caso, depois da filha narrar que sentia dores nas partes íntimas. A criança foi ouvida em escuta especializada pela psicóloga da delegacia especializada e contou sobre o abuso cometido pelo avô.

Foram colhidos elementos de informação suficientes para que a delegada Renata Evangelista representasse pela prisão preventiva do avô da vítima, que foi cumprida na residência do investigado, na tarde desta segunda-feira.

“Em um primeiro momento, o suspeito veio à delegacia, alegou ser inocente e ainda acusou o próprio filho de ter estuprado a neta. Mas a vítima passou pela escuta especializada com a psicóloga e foi possível confirmar com riqueza de detalhes que o crime ocorreu na noite em que ela dormiu junto com o avô e que ele seria o autor do crime”, disse a delegada.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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