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Prefeito assina ordem de serviço para construção do novo terminal de passageiros

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Os usuários do transporte coletivo vão ganhar mais um terminal de passageiros que a Prefeitura vai construir na área da antiga rodoviária, na região central da cidade. A assinatura da ordem de serviço foi feita na manhã desta segunda-feira (08), no paço municipal. O novo terminal vai servir como ponto de apoio para fazer a integração entre as linhas e também um local onde os passageiros vão ter segurança e comodidade enquanto aguardam o embarque.

Estão sendo investidos cerca de R$ 11 milhões de recursos próprios na construção do novo terminal que vai contar com seis estações de embarque e desembarque, sala para setor administrativo, praça de alimentação, banheiros com acessibilidade, fraldário e sistema de combate a incêndio. A obra contempla ainda sistema de drenagem e pavimentação das áreas de circulação dos ônibus.

Esse novo terminal vem ao encontro do que o prefeito José Carlos do Pátio chamou de cidadania, que passa pelo direito de ir e vir. Ele comentou que a transformação que está sendo feita no transporte coletivo só está sendo possível por conta da criação da Autarquia Municipal de Transporte Coletivo (AMTC) e da aquisição da nova frota de 50 veículos equipados com ar condicionado e wifi.

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A presidente da AMTC, Pricila Paiva, comentou que a localização do novo terminal é privilegiada e vai beneficiar centenas de pessoas, em sua maioria trabalhadores que atuam na região central da cidade. Ela ressaltou que esse investimento alto vai melhorar ainda mais a qualidade do serviço do transporte coletivo na cidade levando mais conforto para os usuários.

O foco da gestão municipal esse ano é na mobilidade urbana e, conforme comentou o presidente do Sanear, Paulo José Correia, o transporte coletivo e parte importante nesse processo. Para ele, o novo terminal vai contribuir para a revitalização de uma região central e nobre da cidade que carecia de mais investimentos.

O vice-prefeito Aylon Arruda e alguns vereadores também participaram do ato de assinatura da ordem de serviço de construção do terminal que tem um prazo de sete meses para execução.

Troca de cartões

Pricila Paiva aproveitou a ocasião para lembrar aos passageiros do transporte coletivo para que façam a troca do cartão do usuário durante esse mês, pois com a novo sistema de bilhetagem implantado pela autarquia a partir do mês de fevereiro as catracas sõ vão funcionar com o novo cartão. Os atendimentos para troca estão sendo feitos exclusivamente no Ganha Tempo das 8 às 17hs e os usuários devem levar o cartão antigo e apresentar documento pessoal e comprovante de endereço. No caso dos portadores de necessidades especiais, esses devem apresentar a CID.

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Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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