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Manicure foragida da Justiça é presa pela Polícia Civil em Cuiabá

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Uma manicure foragida da Justiça foi presa pela Polícia Civil, na tarde desta quarta-feira (03.01), em ação da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), para cumprimento de mandado judicial.

A procurada de 34 anos estava com a prisão definitiva pelo crime de tráfico de drogas, expedida no dia 11 de julho de 2023, pelo juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá.

A mulher foi localizada pelos policiais civis da GCCO em um condomínio no bairro Dom Aquino, em Cuiabá. Junto com ela, havia um homem que não portava documento de identificação,

Em seguida os dois foram encaminhados para providências cabíveis. A mulher foi presa em cumprimento a ordem judicial e colocada à disposição da Justiça.

Já o conduzido, após checagem, foi verificado passagem criminal pela prática de roubos, bem como foi ouvido e posteriormente liberado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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