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Polícia Civil prende segundo irmão envolvido em homicídio ocorrido em distribuidora de bebidas

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O segundo envolvido em um homicídio ocorrido em uma distribuidora de bebidas, em Várzea Grande, foi preso nesta quarta-feira (27.12) pela equipe da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A.D.O.M., de 32 anos, foi preso no bairro Ponte Nova. Ele é irmão do outro investigado, preso no mês de novembro pela Polícia Civil, pela autoria no homicídio.

O crime contra Jhonnys Gadelha ocorreu no dia 21 de setembro, no bairro Paiaguás em Várzea Grande, quando dois homens chegaram a pé em uma distribuidora de bebidas e esfaquearam a vítima, que não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

A equipe da DHPP iniciou as investigações para identificação dos autores do crime e durante o levantamento das informações, os policiais descobriram que 20 minutos antes do crime, o investigado estava no local com a sua esposa, que teve uma discussão com a vítima e foi agredida com um soco no rosto.

Após os fatos, o homem saiu do local com a esposa e posteriormente retornou com seu irmão e mataram a vítima. Com a identificação dos autores do crime, o delegado Bruno Sérgio Magalhães Abreu representou pelos mandados de prisão.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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