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Foragida da Operação Cognato tem mandado de prisão cumprido em Cuiabá

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Uma mulher envolvida em crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, roubos e furtos, ocorridos na região de fronteira teve o mandado o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, na manhã desta terça-feira (19.12), em ação realizada pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).

A suspeita é um dos alvos da Operação Cognato, deflagrada em maio de 2023, pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especial de Fronteira (Defron) e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Regional Cáceres), para cumprimento de 99 ordens judiciais.

As investigações iniciaram em 2021 com o objetivo desarticular esquema criminoso voltado à prática de lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, roubos e furtos na região de fronteira, com ramificações em outras cidades do estado de Mato Grosso.

A investigada, considerada foragida da operação, foi localizado pelos policiais da DRE em uma casa no Bairro São João Del Rei, em Cuiabá, onde foi dado cumprimento ao mandado de prisão. A presa foi conduzida à Delegacia de Entorpecentes para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocada à disposição da Justiça.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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