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Bahia é destaque nacional na produção de ovinos

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A ovinocultura no Brasil superou a marca de 20 milhões de cabeças de ovinos em 2023, segundo a Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco). Este feito histórico reflete um contínuo crescimento da atividade, solidificando-se como uma importante fonte de renda na cadeia agropecuária nacional.

A expansão mais notável foi observada no Nordeste, região que abriga cerca de 12 milhões de cabeças de ovinos, com destaque especial para o Estado da Bahia, liderando com um rebanho de 4,5 milhões de animais, seguido por Pernambuco.

Além do crescimento em número, a carne ovina também foi tema central ao longo do ano. O presidente da Arco destacou que a entidade desempenhou um papel proeminente em discussões sobre a organização da cadeia de carne, evidenciado pelo êxito do primeiro Dia da Carne em Bagé (RS). Este evento promissor visou mostrar todo o ciclo produtivo, desde a produção até o prato, antecipando uma série de demandas para 2024.

“Estamos extremamente otimistas quanto à consolidação de programas direcionados à cadeia da carne, envolvendo todos os segmentos. Esperamos designar o ano de 2024 como o ano da carne ovina”, afirmou o presidente.

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Além disso, o crescimento do Programa de Certificação da Lã Gaúcha também se destacou, com números expressivos de adesão, quantidade e ganhos importantes. As feiras, como a Fenovinos e a Expointer, registraram um aumento significativo no número de participantes, refletindo o contínuo interesse e crescimento no setor.

O ano de 2023 marcou um período de avanço significativo para a ovinocultura brasileira, consolidando-a cada vez mais como uma atividade de destaque na economia agropecuária nacional.

Fonte: Pensar Agro

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Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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