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Podcast: juiz Patrick Gappo fala sobre mito relacionado à prescrição de dívidas

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Está no ar a nova edição do podcast produzido pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) em parceria com a Coordenadoria de Comunicação do Tribunal de Justiça (TJMT). Desta vez, o entrevistado pela radialista Elaine Coimbra é o juiz substituto Patrick Coelho Campos Gappo, que atua na 1ª Vara da Comarca de Juína. Ele fala sobre prescrição de dívidas com instituições financeiras.
 
“Mais da metade dos meus processos envolve, de alguma forma, cobrança de dívidas e eu vejo muito desconhecimento das pessoas tanto sobre os direitos dela quanto o funcionamento da dívida, quanto tempo uma dívida dura e por quanto tempo elas podem ser cobradas por essa dívida”, destaca Patrick.
 
Na entrevista, o magistrado explica que a prescrição é um instituto que busca evitar que demandas fiquem eternizadas. “Muitas pessoas acham que elas podem pegar um empréstimo, passou cinco anos e o banco não vai mais poder cobrar delas. Só que não funciona assim. O que pode acontecer? Bom, o banco tem até cinco anos para ajuizar essa ação. Nesse meio tempo, ele vai negativar o nome da pessoa, vai fazer a cobrança administrativa e por aí vai. Mas depois que ele ajuíza a ação, aí o que está correndo não é mais a prescrição do direito de cobrar”, salienta.
 
Conforme o magistrado, a prescrição da dívida não significa que a pessoa, depois de cinco anos, fica isenta de cumprir com esse compromisso. “É um mito que muita gente acredita que, cinco anos depois, acabou a dívida. Eu tenho processo de execução de dívida que é da década de 90. O processo de execução pode durar muito mais de cinco anos.”
 
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição: Fotografia retangular e colorida. A imagem mostra o juiz Patrick Gapp sendo entrevistado. Ele é um homem branco, de cabelos e barba escuros, que veste camisa branca. Ao fundo, uma parede com a logomarca da Rádio TJ.
 
Lígia Saito 
Assessoria de Comunicação 
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Coronel Roveri destaca investimentos e redução de crimes durante passagem pela Sesp-MT

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O coronel César Roveri voltou a destacar, nas redes sociais, ações e resultados relacionados ao período em que esteve à frente da Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT).

Em uma publicação no Instagram, Roveri reuniu registros de iniciativas desenvolvidas durante sua gestão e mencionou investimentos no fortalecimento das forças de segurança, uso de tecnologia, integração entre as instituições e estratégias de enfrentamento à criminalidade.

Entre as ações citadas está o programa Vigia Mais MT, que ampliou o uso de câmeras de monitoramento em municípios do Estado. A tecnologia passou a ser utilizada como ferramenta de apoio às forças policiais, além de auxiliar em operações e no monitoramento de áreas estratégicas.

Dados divulgados pela Segurança Pública também apontaram redução em determinados indicadores criminais no período. Em 2024, os roubos de veículos em Mato Grosso registraram queda de 28% em relação ao ano anterior. Os furtos de veículos também apresentaram redução no mesmo intervalo.

Roveri também mencionou investimentos em equipamentos, tecnologia e efetivo como parte das medidas adotadas para reforçar a estrutura da segurança pública estadual.

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Cenário eleitoral

A publicação ocorre em meio à movimentação política do coronel, que é cotado para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026.

Apesar do contexto eleitoral, a publicação analisada concentra-se na divulgação de ações e resultados atribuídos ao período em que Roveri comandou a Sesp-MT.

As informações sobre indicadores criminais e resultados apresentados na reportagem têm como base dados divulgados por órgãos públicos e informações atribuídas ao próprio coronel.

A legislação eleitoral estabelece regras para a divulgação de conteúdos relacionados a candidatos e pré-candidatos. A propaganda eleitoral na internet será permitida a partir de 16 de agosto, conforme o calendário das Eleições 2026. Até o início do período permitido, conteúdos jornalísticos devem manter caráter informativo, sem pedido explícito de votos ou elementos que possam caracterizar propaganda eleitoral antecipada.

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