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Operação Purgato prende líderes que comandavam tráfico de drogas em cidade no sul de MT 

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A Delegacia da Polícia Civil de Guiratinga cumpriu nesta quarta-feira (13) seis prisões preventivas contra alvos investigados por tráfico de drogas e por integrar organização criminosa.

As ordens judiciais, decretadas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais de Cuiabá (Nipo), foram cumpridas dentro da Operação Purgato, resultado de uma investigação policial realizada desde o início deste ano para identificar os responsáveis que integram uma facção criminosa e atuam no comércio de entorpecentes em Guiratinga.

Com apoio de equipes da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal de Rondonópolis e emprego de cães farejadores, foram cumpridas também buscas em diversos endereços e apreendidos apetrechos usados no comércio de drogas, além de porções de entorpecentes, dinheiro e veículo.

De acordo com a delegada Lígia Silveira foram presos cinco homens e uma mulher, que lideravam o tráfico de drogas em Guiratinga, e todos serão encaminhados às respectivas unidades prisionais no município de Rondonópolis.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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