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Cerca de 160 quilos de entorpecentes são incinerados pela Polícia Civil em Confresa

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Aproximadamente 160 quilos de droga foram incinerados pela Polícia Civil, nesta terça-feira (05.12), em Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá). A ação foi realizada em parceria com o Ministério Público Estadual e Vigilância Sanitária Municipal.

O carregamento de entorpecentes, entre maconha, cocaína e crack, foi destruído em uma empresa do ramo de madeireira na região, após autorização judicial.

O ato de incineração, conforme a Lei 11.343/06, tem como objetivo evitar o acúmulo de substâncias apreendidas ao longo do ano na Delegacia de Polícia, bem como proporcionar um ambiente de trabalho mais seguro e adequado para os servidores.

O delegado de Confresa, Victor Oliveira, destacou a importância da medida de queima de drogas, visando principalmente manter a integridade e a eficiência dos trabalhos policiais.

“A incineração é uma etapa fundamental no processo de combate ao tráfico e consumo de entorpecentes. Além disso, a eliminação dessas substâncias contribui para a redução de riscos dentro das instalações policiais, onde a manutenção de grande quantidade de entorpecentes apreendidas poderia ser contraindicada”, pontou Victor Oliveira.

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Neste ano de 2023, a Delegacia de Confresa em conjunto com o Ministério Público e a Vigilância Sanitária já incineraram cerca de 940 quilos de drogas, totalizando quase uma tonelada de apreensão na região.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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