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Autor de homicídio ocorrido em 2022 tem prisão cumprida pela Polícia Civil

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Um dos autores do homicídio que vitimou Francisco da Silva Amorim Filho, em Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá), foi preso pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (04.12), em cumprimento de mandado judicial.

O procurado teve a ordem de prisão preventiva decretada pela Justiça, após investigação da Delegacia de Confresa para apurar o crime.

No mês de agosto de 2022, o jovem Francisco da Silva Amorim Filho, de 19 anos, conhecido como “Filho Fox”, foi morto por disparos de arma de fogo.

O homicídio foi cometido por integrantes de facção criminosa, e o corpo da vítima localizado dias depois do desaparecimento, em uma área de mata próxima à pista de motocross.

Durante as diligências investigativas, a equipe identificou um dos envolvidos, que desde então estava foragido. No entanto, na tarde desta segunda-feira (04), os policiais civis localizaram o criminoso.

Em cumprimento ao mandado de prisão, ele foi conduzido para as providências cabíveis e posteriormente colocado à disposição do Poder Judiciário.

A Polícia Civil de Confresa destaca a importância da população em colaborar com denúncias e informações, que possam levar a prisão de autores de crimes.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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