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Produção brasileira de amendoim cresceu 60% nos últimos 3 anos

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O Brasil está se tornando um grande produtor de amendoim. Apesar de que no mercado internado o amendoim seja tradicionalmente associado a doces e quitutes de festas juninas, no mercado internacional há um enorme potencial a ser explorado.

Nos últimos três anos, a produção de amendoim cresceu incríveis 60%, atingindo uma marca de quase 900 mil toneladas. Em 2022, as exportações alcançaram a marca de 285,6 mil toneladas, gerando uma receita de US$ 333,4 milhões, o que levou o Brasil ao 6º lugar no ranking mundial de exportadores de amendoim, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab).

Além do amendoim em grão, o Brasil também exporta óleo de amendoim bruto, embora seja um produto de menor valor agregado, com destinos como a China e a Itália. No ano passado, o país enviou 152 mil toneladas de óleo de amendoim, gerando uma receita de US$ 133,48 milhões, um grande aumento em relação às 84 mil toneladas exportadas em 2021.

A produção de amendoim no Brasil se concentra principalmente no estado de São Paulo, que é responsável por cerca de 93% da safra nacional, de acordo com a Abicab. O interior do estado de São Paulo abriga diversas empresas que estão aproveitando as oportunidades do mercado de amendoim e colhendo os benefícios desse crescimento.

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Fonte: Pensar Agro

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Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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