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Polícia Civil procura autor de homicídio de indígena em Rondonópolis

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A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Rondonópolis identificou autor de um homicídio ocorrido na semana passada, na cidade. O crime foi registrado no dia 03 de outubro, na Avenida Boa Esperança, do bairro Arco-íris e teve como vítima o indígena Leonido Mano Kadojeba, de 43 anos.

Conforme a apuração da DHPP, a vítima estava em uma residência ingerindo bebida alcoólica com outra pessoa, com quem acabou se envolvendo em uma discussão e foi atingida com sete golpes de faca na região lombar, sem que tivesse qualquer chance de defesa. Leonido não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

Os policiais da DHPP realizaram várias diligências e conseguiram identificar o autor do homicídio, Leonardo Estevão, de 23 anos, conhecido como ‘cigano’.

O delegado João Paulo Praisner representou pela prisão preventiva do autor, que foi decretada nesta terça-feira (10), pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis.

Leonardo está foragido e tem passagem criminal anterior pelo delito de roubo majorado e é considerado de alta periculosidade.

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Informações que possam levar ao paradeiro do autor do homicídio podem ser passadas aos números da DHPP (66) 98156-0028 e 197. A identidade tem sigilo assegurado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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