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Polícia Civil prende em Alta Floresta homem por descumprimento de medidas protetivas

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Um homem investigado pela prática de violência doméstica e familiar contra a ex-companheira, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (05.10), no município de Alta Floresta, região norte do Estado.

O suspeito foi autuado por ameaça e descumprimento de medidas protetivas de urgência, após ser localizado pelas equipes do Núcleo de Proteção à Mulher, da Delegacia de Alta Floresta, e da Delegacia de Nova Bandeirantes.

O agressor não aceitava o fim do relacionamento com sua ex-mulher, bem como chegou a ser intimado e informado sobre as medidas protetivas impostas na Lei Maria da Penha, que deveria cumprir.

Porém, mesmo não tendo permissão de se comunicar com vítima, ele continuava procurando e ameaçando a ex-companheira pelo aplicativo do WhatsApp.

Diante dos fatos, os policiais civis de Alta Floresta e de Nova Bandeirantes realizaram diligências, e localizaram o suspeito em uma residência na cidade de Alta Floresta.

Em seguida ele foi conduzido para esclarecimentos, interrogado e autuado em flagrante delito. Após a confecção dos autos, o preso foi apresentado e colocado à disposição da Justiça.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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