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Eleição para conselheiros tutelares será neste domingo (01)

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Será realizada neste domingo (01/10), das 8h às 17h, em todo o estado, eleição para escolha de novos conselheiros tutelares. Para consultar o local de votação, o eleitor pode acessar o endereço (https://apps3.tre-mt.jus.br/consulta-local-votacao-conselho-tutelar/). No momento da votação, é recomendável a apresentação do título de eleitor e documento de identificação com foto.

Poderão votar pessoas maiores de 16 anos que possuam título de eleitor inscrito em sua respectiva região administrativa. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), dos 141 municípios de Mato Grosso, 98 farão uso das urnas eletrônicas para a escolha dos seus conselheiros tutelares e 41 optaram pelo uso da urna de lona. Dois municípios não solicitaram, até esta quinta-feira (28), ao Tribunal nenhum tipo de apoio para a realização do pleito.

Na Capital, o Edital 015/2023, publicado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), traz as regras para o dia da votação. Entre elas, está a proibição de utilização de aparelhos eletrônicos pelos eleitores dentro do local de votação. A apuração dos votos ocorrerá logo após o término da votação, a partir das 17h, no Centro Esportivo Dom Aquino.

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Segundo informações da Promotoria da Infância e Juventude de Cuiabá, 105 candidatos disputam as 30 vagas de titulares nos seis Conselhos Tutelares da Capital. A promotora de Justiça Daniele Crema da Rocha de Souza alerta que no dia da eleição é proibido o transporte de eleitores, o uso de alto falantes e amplificadores de som ou promoção de comício ou carreata, distribuição de material de propaganda política ou a prática de aliciamento, coação ou manifestação tendentes a influir na vontade do eleitor. Também é vedado qualquer tipo de propaganda eleitoral, inclusive “boca de urna”.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Lei garante isenção da taxa de incêndio para APAEs e Associações Pestalozzi de MT

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As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e as Associações Pestalozzi, regularmente constituídas e declaradas de utilidade pública estadual em Mato Grosso, poderão ser isentas da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN), por meio da Lei nº 13.491/2026 . A medida contempla imóveis e atividades diretamente vinculados às finalidades institucionais, o que vai contribuir para reduzir custos de manutenção das entidades filantrópicas que atendem pessoas com deficiência e suas famílias.

O deputado estadual Wilson Santos (PSD), um dos autores da legislação, destaca que a iniciativa dá o apoio ao trabalho desenvolvido pelas instituições. Também, assinam a proposta os deputados estaduais Max Russi (Podemos), Dr. João (MDB) e Diego Guimarães (Republicanos). 

“Essa lei representa um apoio às APAEs e às Associações Pestalozzi que desempenham um trabalho fundamental às pessoas com deficiência. A isenção da taxa pode ajudar essas instituições a direcionar recursos para outras necessidades dos alunos e de suas famílias”, explica o parlamentar.

Para ter direito à isenção, as instituições deverão comprovar anualmente a manutenção de sua finalidade filantrópica e sem fins lucrativos, a regularidade fiscal e trabalhista, a permanência do título de utilidade pública estadual e a aplicação integral dos recursos na realização de seus objetivos institucionais. A proposta também estabelece que o benefício não dispensa o cumprimento das normas de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), nem a obtenção do respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

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Tanto que a diretora pedagógica da APAE de Rondonópolis, Jacira Ribeiro, realiza no momento com o CBMMT a renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), concedido pelo governo federal à instituição, cuja validade termina em dezembro de 2026 – com duração de cinco anos. Ela também avalia positivamente a medida e ressalta a importância das instituições de todo o estado terem conhecimento do benefício. 

Para ela, a isenção pode representar um alívio financeiro, especialmente para entidades que possuem estruturas amplas e precisam investir na adequação das instalações às exigências de segurança. Também, destacou que o valor da taxa varia conforme as características do imóvel, o que pode representar uma despesa significativa para as instituições filantrópicas.

A APAE de Rondonópolis, atualmente, é mantida por meio de convênios, recursos humanos a nível municipal e estadual e da busca constante por novas fontes de arrecadação de recursos. Também, a entidade recorre a emendas parlamentares, desenvolvem projetos e promovem eventos para levantar verbas e custear as despesas de funcionamento já que são atendidos 235 alunos.

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