POLÍCIA
Integrantes de associação criminosa que agiu no RJ são presos pela Polícia Civil em Cuiabá
POLÍCIA
Dois procurados pela Polícia Civil do Rio de Janeiro foram presos nesta semana, em Cuiabá, em ação da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). O homem e a mulher são investigados pela Delegacia de Cabo Frio, na região dos lagos, por integrar uma associação criminosa que agia no estado fluminense com golpes e fraudes via Pix.
M.S.S., de 22 anos, foi localizada em seu trabalho, no bairro Tijucal, na terça-feira (19). Ela estava com mandado de prisão preventiva decretado pela 2a Vara Criminal de Cabo Frio.
Já o outro foragido, T.A.S., de 31 anos, foi preso na quarta-feira (20), em uma oficina mecânica na Cohab São Gonçalo, na Capital.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro apurou que um dos presos atuou com outros pessoas em Cuiabá na associação criminosa especializada em golpe de Pix contra moradores do estado fluminense e de outras cidades do País, se passando por parentes das vítimas e solicitando dinheiro alegando emergências.
Ambos os presos foram encaminhados à GCCO para a formalização das prisões e depois apresentados em audiência de custódia do Poder Judiciário.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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