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Agressão Física

Dentista diz que é agredida por colega em shopping

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A primeira-secretária e vice-presidente do Conselho Regional de Odontologia (CRO-MT), Ana Paula da Cunha Barbosa, registrou boletim de ocorrência após ser agredida verbalmente, caluniada por um dentista que a acusou de vazar dados na eleição passada para o conselho, visto que ela nem fazia parte do CRO em 2020. O fato aconteceu no Shopping Estação, em Cuiabá.

Segundo o boletim de ocorrência, ela estava na praça de alimentação do Shopping Estação na última sexta-feira (1º) com o marido, a filha e outras dentistas para uma reunião informal. O dentista F.O.L, apontado como autor das agressões, participava do encontro por ter sido da mesma turma de faculdade.

A vítima e o agressor estavam conversando quando ela citou sua conduta descortês com uma nova funcionária da autarquia que, segundo ele, a funcionária “merecia” tal tratamento por ser “muito despreparada”.

Diante disso, ele então insinuou que ela teria usado dados sigilosos do CRO para campanha eleitoral. A vítima disse que por causa da Lei de Proteção de Dados a acusação não procedia. Nesse momento, ele teria se exaltado quando a vítima se impôs e ainda a ameaçou de agressão física.

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O marido de Ana Paula estava no local e, ao impedir que o dentista a agredisse fisicamente, também foi ameaçado: “elevou o tom de voz dizendo que iria dar um murro na boca dele”.

Após a discussão, ainda no shopping, o dentista terminou o seu jantar e teria deixado o local visivelmente alterado.

O dentista F.O.L. fazia parte do grupo de oposição na eleição passada para presidência do CRO-MT, mesma posição de agora.

O caso segue investigado pela Polícia Civil.

Fonte: Polícia Civil

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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