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Mais de 60 mil novas empresas são abertas em MT no primeiro semestre deste ano

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Mato Grosso registrou a abertura de 60.266 mil novas empresas, entre janeiro e agosto deste ano, segundo dados da Junta Comercial do Estado, vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). O número de empresas abertas nos primeiros oito meses deste ano já é maior que de todo o ano de 2022, quando foram implantados 57.627 mil novos empreendimentos, representando um crescimento de 4,6%.

Conforme dados da Junta Comercial do Estado de Mato Grosso (Jucemat), o crescimento na abertura de empresas no estado em 2023 no primeiro semestre é puxado, principalmente pelas atividades de serviços, com 40.515 mil (7,60%), indústria 4.601 mil (2, 09%) e comércio 15.152 mil ( -2,06%). Somente em Cuiabá e Várzea Grande foram abertas 18.611 mil empresas; um aumento de 5,9% em relação ao ano anterior.

O secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, César Miranda, destacou que o Governo do Estado vem trabalhando em todas as pontas para oferecer excelentes ambientes de negócios para quem busca empreender e investir em Mato Grosso.

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“As ações de fomento e incentivo promovidas pela gestão estadual com atendimentos online, céleres e sem burocracia somada a oferta de linhas de crédito e incentivos fiscais com isonomia, segurança jurídica, capacitações vem motivando àqueles que sonhavam em ter o próprio negócio a tirar os planos do papel e se tornar empreendedores. Esse crescimento de mais de 60 mil novas empresas é reflexo desse ambiente seguro e próspero”, destacou o secretário.

Além das novas empresas, foram emitidos 41 mil novos CNPJs de microempresas no Estado, segundo dados do Ministério da Economia. Esses números foram impulsionados pela eficiência nos serviços públicos, oferta de linhas de crédito, incentivos fiscais e ações para a melhora de um bom ambiente de negócio.

Em 2022, foram 44.347 mil novos microempreendedoresreendedores. Com isso, são mais de 100 mil novos CNPJs em todo o estado.

O presidente da Jucemat, Manoel Lourenço, conta que a integração dos 141 municípios à Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de Empresa e Negócios (Redesim) promove a oportunidades a todos.

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“Pela internet, o cidadão que deseja abrir sua empresa, regularizar o seu negócio, consegue rapidamente obter serviços como emissão de CNPJ, registros, licenciamentos e alvarás podem ser feitos pela internet, sem papelada e nem necessidade de se dirigir aos órgãos competentes, esse acesso sem filas de espera, papéis é um apoio a mais para quem deseja ter o próprio negócio”, afirmou o presidente.

Para impulsionar o crescimento de novos negócios, em fevereiro deste ano, o Governo do Estado e a Federação das Câmaras de Dirigentes Logísticas (FCDL-MT) abriram 350 vagas para cursos de capacitação e consultorias em empreendedorismo nos municípios de Cuiabá e Várzea Grande.

A oportunidade de iniciar o próprio negócio com recursos financeiros também são ofertadas pela gestão estadual como a diversidade oferecida em linhas de crédito através da Agência de Fomento Desenvolve MT e até um fundo de aval MT- Garante do Governo do Estado para quem quer investir e montar o próprio negócio.

 

Fonte/Créditos Jornal Online Expressão Notícias

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Grupo Marquise marca nova fase sob comando de co-CEOs

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Com mais de cinco décadas de atuação destacada na economia nacional, o Grupo Marquise projeta seu futuro com foco em sustentabilidade, inovação operacional e governança corporativa. Em encontro promovido pelo LIDE Ceará, na sede do conglomerado, os co-CEOs Carla Pontes e Paulo Marcelo Santana apresentaram as diretrizes estratégicas e os planos para os próximos 50 anos da companhia. O evento reuniu lideranças empresariais para debater investimentos em setores-chave para o desenvolvimento do país, como soluções ambientais, infraestrutura e incorporação imobiliária.

Abrindo o encontro, os fundadores José Carlos Pontes e Erivaldo Arraes detalharam a transição planejada para o Conselho Consultivo, trazendo Carla Pontes e Paulo Marcelo Santana para o comando operacional. Ao relembrar a história iniciada em pequenas obras públicas, José Carlos Pontes ressaltou a satisfação em ver a organização evoluir para um dos maiores grupos do país. “Fazíamos tudo no início: fomos engenheiros, mestres de obras e compradores. Chegar a um faturamento superior a R$ 3 bilhões em um país com tamanho desafio empresarial é uma grande vitória. Nossa missão no Conselho é transmitir experiência e orientar a Carla e o Paulo para levarem o grupo a mais 50 anos de sucesso”, afirmou o cofundador.

Por sua vez, Erivaldo Arraes reforçou que os valores éticos foram decisivos para consolidar a trajetória da companhia. “Éramos dois jovens com muita vontade de vencer. O que nos trouxe até aqui foi a dedicação das nossas equipes e três pilares inegociáveis: respeito nas relações, foco em resultados e ousadia com responsabilidade. Temos total confiança de que a nova liderança conduzirá este legado para patamares ainda mais elevados”, destacou.

“O Grupo Marquise tem em seu DNA a execução de grandes projetos de infraestrutura e na área ambiental, com impactos relevantes para a sociedade. Com uma trajetória sólida, a companhia tem contribuído há mais de 50 anos com o desenvolvimento do país”, ressaltou Emília Buarque, presidente do Lide Ceará.

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A nova estrutura de liderança é compartilhada entre Carla Pontes e Paulo Marcelo Santana, que ocupam os cargos de co-CEOs, em um modelo baseado em complementaridade e transparência. Carla Pontes destacou que a governança e a disciplina de gestão são essenciais para garantir a longevidade dos negócios. “Governança traz clareza ao processo decisório. Estruturamos um Conselho Consultivo maduro e comitês estratégicos para dar fluidez e segurança ao mercado e colaboradores. Trabalhamos com um sistema de gestão que alia a disciplina financeira de curto prazo a um planejamento estratégico para horizontes de três a cinco anos”, explicou Carla.

A executiva reforçou a importância do alinhamento entre cultura e estratégia para manter a empresa relevante. “Inovação e relevância caminham juntas. Projetos não fracassam por falta de estratégia, mas pela forma como as pessoas os executam. Fortalecemos nossos valores históricos enquanto incorporamos novos atributos necessários para responder às mudanças do mercado”, completou a co-CEO.

Em infraestrutura, a companhia consolidou-se como um dos principais players nacionais na execução de obras de grande porte, promovendo a integração regional e a competitividade do país. Os projetos em andamento incluem a execução de oito lotes da Ferrovia Transnordestina no Ceará, obras de ampliação do Porto do Pecém, adutoras e barragens em São Paulo e Minas Gerais, e a construção da Planta de Dessalinização de Fortaleza (Dessal), maior estrutura da América Latina voltada ao abastecimento humano. Com capacidade para entregar 1 m³/s de água tratada para a população, a Dessal posicionará o Ceará na vanguarda da resiliência climática.

A trajetória na construção pesada teve um divisor de águas com a expansão do Porto do Pecém. A companhia construiu cinco berços de atracação, uma ponte de 1.500 metros sobre o mar e um pátio de contêineres equivalente a quase 20 quarteirões, tornando o complexo um dos portos mais competitivos do Brasil. Atualmente, o grupo executa a ampliação de novos berços, incluindo a infraestrutura para o navio regaseificador da Eneva.

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Paulo Marcelo Santana destacou a eficiência do modelo de co-gestão e dos planos de expansão imobiliária. “A co-gestão amplia nossa capacidade de presença e decisão. Trabalhamos com confiança absoluta, transparência e comunicação diária, o que nos dá agilidade para avaliar novos projetos disruptivos”, afirmou o executivo.

Na Marquise Incorporações, Santana apontou o equilíbrio entre o segmento econômico (Minha Casa Minha Vida) e o mercado de alto padrão. “Oferecemos acessibilidade à moradia e consolidamos marcas consagradas no segmento premium, como a linha Mandara no litoral, os edifícios The Dream e Wind em Fortaleza, e o lançamento do Maré, no Porto das Dunas, que atingiu 70% de vendas em cinco meses. Estudamos levar esses conceitos para novas localidades do litoral nordestino”, revelou o co-CEO.

Os planos do Grupo Marquise para as próximas décadas priorizam a transição energética, a economia circular e obras estruturantes de impacto social. Na área operada pela Marquise Ambiental, o grupo avança na transformação de aterros sanitários em Ecohubs, plataformas regionais de valorização de resíduos. O grande marco é a usina GNR Fortaleza, primeira planta do Brasil autorizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a injetar na rede de gás natural biometano produzido a partir de resíduos sólidos urbanos. Atualmente, o insumo gerado a partir de resíduos sólidos urbanos supre entre 15% e 20% de todo o gás natural consumido no Ceará.

A atuação do Grupo Marquise pauta-se pelo compromisso de concluir e entregar efetivamente cada empreendimento. A união do legado de José Carlos Pontes e Erivaldo Arraes à gestão dinâmica de Carla Pontes e Paulo Marcelo Santana reafirma o compromisso do grupo de gerar valor sustentável para os próximos 50 anos, assegurando infraestrutura vital para as próximas gerações.



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