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Prefeitura conclui microrrevestimento em mais 10 bairros na região central

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O processo de universalização do asfalto na cidade segue em ritmo forte e mais dez bairros da região central da cidade foram recuperados e asfaltados recentemente.

A Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis – Coder realizou uma operação de tapa buracos em toda a região, recuperando dezenas de vias públicas nos bairros: Jardim Assunção parte I e II; Loteamento Olivina, Vila Valéria; Loteamento Santa Catarina parte I e II; Jardim Oliveira Parte I e II, bairro Bom Pastor e Vila Santo Antônio.

Segundo o diretor técnico da Coder Matheus Vilela, foram recuperados (tapa buracos) e asfaltados com microrrevestimentos, 48.271,6 m² de vias públicas, a um custo de R$ 737.396,08 em recursos próprios do município.

Os trabalhos foram iniciados em 17/06 e concluídos no último sábado dia 09/09. Hoje (12) a Setrat concentra os esforços em fazer a sinalização viária das ruas asfaltadas.

Na verdade, ter a benfeitoria do asfalto na porta de casa valoriza os imóveis, além de significar mais mobilidade, mais segurança e conforto aos usuários e moradores da região. Sem contar que a cidade fica mais bonita e agradável, não apenas para os moradores, mas sobretudo para quem a visita e leva uma boa impressão daqui.

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Conforme a gestão municipal, todos os esforços estão sendo feitos no sentido de dotar a cidade de 100% de asfalto até o final de 2024.

Por estas e outras razões, a cidade de Rondonópolis é hoje um exemplo de cidade grande, moderna, e inclusiva, que já conseguiu avanços sociais importantes, como a universalização da educação infantil, a universalização da rede de abastecimento de água e esgoto; conta com 100% de coleta regular e seletiva de lixo doméstico; além de se constituir numa das poucas cidades do estado a possuir um aterro sanitário, e uma indústria de reciclagem e reaproveitamento do lixo, explorada por uma cooperativa de trabalhadores, que lhes dá cidadania e oportunidade de emprego e renda.

Sem contar, os programas de substituição das lâmpadas de vapor de sódio por led, e o programa de regularização fundiária que vem se destacando como o maior do Centro-Oeste brasileiro com mais de 30 mil títulos entregues gratuitamente a população que passa a ter segurança jurídica e a garantia da ‘propriedade titularizada’ das suas propriedades.

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Por conta disso, a gestão municipal vem se destacando no cenário estadual e nacional, pelos fortes investimentos em políticas sociais inclusivas que verdadeiramente tem chegado até a quem precisa, quer seja na zona urbana ou rural.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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