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Saiba o que o Governo de MT está fazendo para melhorar a mobilidade urbana em Cuiabá

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O Governo de Mato Grosso realiza uma série de obras que vão trazer melhorias para o trânsito de Cuiabá. Com a construção de novas avenidas, asfaltamento e recuperação de ruas, o Estado cria novos caminhos para a população na capital.

Visitada pelo governador na última quarta-feira (30.08), o prolongamento da Avenida Parque do Barbado traz melhorias para a mobilidade urbana da capital, além de trazer dignidade para os moradores do seu entorno.

A avenida cria uma ligação em pista dupla entre a Avenida das Torres até a Estrada do Moinho. Mas, além disso, vai permitir um acesso mais rápido para que todos os motoristas que trafegam pelas avenidas Jurumirim e Trabalhadores cheguem até a Avenida Fernando Côrrea e depois possam seguir até a ponte Sergio Motta.

Além disso, o córrego do Barbado será canalizado em sua extensão, prevenindo alagamentos, animais peçonhentos e trazendo melhorias para os moradores dos bairros Renascer e Pedregal. “Essa obra vai servir a comunidade, porque será iluminada com LED, terá ciclovia, espaços para práticas esportivas”, afirma o secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira.

O investimento do Estado na nova avenida de 700 metros, incluindo a canalização, é de R$ 26,7 milhões, com expectativa de ser entregue antes do fim deste ano.

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Próxima a Avenida Miguel Sutil, a Avenida Mário Palma está em fase de acabamentos para ser entregue. A via asfaltada vai ligar o bairro Novo Colorado até a Avenida Miguel Sutil, nas proximidades do Hospital Santa Rosa. Será um ganho de mobilidade para toda a região do Ribeirão do Lipa.

“Nós temos uma lista gigantesca de obras que são realizadas em Cuiabá. É uma transformação positiva do ambiente urbano, que melhora a vida dos moradores, cria fluidez no trânsito, o que hoje é fundamental para a população”, afirma o governador Mauro Mendes.

Entre os bairros Parque do Lago, em Várzea Grande, e Parque Atalaia, em Cuiabá, o Governo de Mato Grosso construiu uma nova ponte sobre o Rio Cuiabá. Agora, o Estado trabalha na construção dos acessos das pistas nos dois lados. A nova ponte vai ligar duas regiões onde moram mais de 70 mil pessoas.

O Governo também trabalha na recuperação de avenidas, como é o caso da Avenida Archimedes Pereira Lima. A Sinfra-MT trabalha na recuperação de aproximadamente 5 quilômetros da avenida, entre a rotatória do Boa Esperança e o início do Complexo Viário do Tijucal. Os trabalhos estão com cerca de 80% de conclusão.

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Outra avenida que está sendo recuperada é a 8 de Abril, no centro de Cuiabá. Com um investimento de R$ 4,9 milhões o trabalho é executado nas margens do córrego Mané Pinto, entre a Avenida dom Bosco e a Avenida Beira-Rio. A avenida terá asfalto novo, iluminação com LED, ciclofaixa. Também são recuperadas as calçadas e meios-fios.

Demanda antiga da população, oito bairros estão sendo asfaltados pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT). As obras são executadas nos bairros Alto Boa Vista, Novo Tempo, Jardim Aroeira, Tancredo Neves, Novo Milênio, Campo Verde da Esperança, Planalto e Novo Horizonte, em um investimento de R$ 42 milhões.

Neste momento as empresas contratadas estão construindo as redes de drenagem e realizando terraplanagem, serviços essenciais para garantir a qualidade do asfalto, tão aguardado pela população.

A Sinfra-MT ainda realiza outras ações, como a duplicação da Avenida V2 no bairro Jardim Industriário. Investimentos também são realizados nas rodovias estaduais, como a iluminação pública nas estradas que ligam Cuiabá até Chapada dos Guimarães e Santo Antônio do Leverger, asfaltamento da MT-400, a Antiga Estrada da Guia, e na MT-030, a Estrada da Ponte de Ferro.

Fonte: Governo MT – MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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