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Coordenadoria de Assistência Social da PM celebra 16 anos com entrega de homenagens

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A Coordenadoria de Assistência Social (CAS) da Polícia Militar comemorou, na noite desta quinta-feira (31.08), 16 anos de criação com a entrega de homenagens e descerramento de placa do auditório em homenagem póstuma ao tenente-coronel RR Edson Virgílio Martins. A solenidade foi realizada na sede da CAS, localizada no bairro Duque de Caxias, em Cuiabá.

A CAS da Polícia Militar oferece apoio a policiais militares e seus familiares desde 2007 e conta com uma equipe multidisciplinar formada, entre outros, por assistentes sociais, psicólogos, palestrantes, médicos, fisioterapeutas e líderes religiosos.

O coordenador de Assistência Social da PM, tenente-coronel Diego Fabiano Souza Tocantins, destacou que a unidade é fruto do resultado da preocupação e trabalho de integração dos setores de saúde e assistência social com o Quartel do Comando-Geral, Comandos Regionais e batalhões na busca de maior proximidade e mais qualidade de vida aos policiais militares e de seus dependentes.

O coordenador ressaltou que os atendimentos vão desde serviços em saúde, como encaminhamentos a consultas médicas, acompanhamentos psicológicos e assistência funeral, à orientações e apoio jurídico quanto a obtenção de pensão, indenização e regularização de situações funcionais de profissionais da instituição.

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“Nesse período foram realizados mais de 20 mil atendimentos a todos os policiais e seus familiares diretos, com uma média de quase 2 mil por ano. Oferecemos desde suporte para tratamentos psicológicos a atendimentos fúnebres”, afirmou o coordenador da CAS.

“Por meio da CAS estamos presentes em cenários de dificuldades, de situações vulneráveis e delicados para os militares e seus familiares. Esse trabalho garante plenas condições de saúde e qualidade de vida ao militar e sua família”, completou.

A coordenadora-adjunta de Assistência Social da PM, major Luzinete Vilarinho de Souza Lima, relembrou os desafios no início dos atendimentos da CAS com poucos recursos. Segundo ela, a realidade atual é totalmente diferente e conta com uma estrutura moderna para atender militares da Capital e do interior do Estado.

“Iniciei os trabalhos com um soldado como assistente social e mesmo com pouco servidores fizemos um trabalho de formiguinha. Me orgulha muito deparar com a expansão desse importante órgão da Diretoria de Saúde. É uma honra permanecer desde o início dos trabalhos”, declarou.

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O comandante-geral da PM, coronel Alexandre Corrêa Mendes, parabenizou a equipe que presta atendimento social, psicológico e fúnebre à corporação, e ressaltou a importância da CAS para melhorar a qualidade de vida dos militares.

“O policial militar que sempre está pronto para servir e proteger à população, por muitas vezes, passa por situações difíceis que coloca a sua vida em risco e, para isso, é de extrema importância esse preparo não apenas operacional, mas psicológico”, disse.

A cerimônia de celebração dos 16 anos de criação da Coordenadoria de Assistência Social contou com a participação do Corpo Musical da PM e das crianças do Instituto Ciranda – Música e Cidadania.

A unidade ainda entregou homenagens a autoridades militares e civis. Entre os homenageados estão a promotora de Justiça Lindinalva Correa, a médica cardiologista Rizzia Neves, a médica Natasha Slhessarenko, o assistente social Neio Lima, a consultora financeira Stefânia de Souza e o médico cardiologista Júlio César de Oliveira, entre outros.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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