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Moradores do residencial João de Barro e Conjuntos São José I, II e III, recebem títulos de propriedade

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Pelo menos 250 moradores dos Residenciais: João de Barro, e Conjuntos Residenciais São José I, II e III, receberam na noite desta quarta-feira (30), das mãos do prefeito José Carlos do Pátio e do representante do Intermat Erivelton Vieira Nunes, os títulos de propriedade, durante uma solenidade de regularização fundiária do município, realizada na quadra de esportes da EMEF – Escola Alcides Pereira dos Santos, localizada na Avenida São João do referido bairro.

Com essa remessa de entrega, a prefeitura ultrapassa a casa dos 30 mil títulos entregues à população rondonopolitana, neste que já está sendo considerado, o maior programa de regularização fundiária do Estado de Mato Grosso e do Centro-Oeste brasileiro. Desse total, pelo menos 29,5 mil foram confeccionados e entregues com recursos próprios do município e, os cerca de 500 restantes em parceria com o Governo do Estado.

Por conta das características da região: residenciais construídos há muitos anos pelo Governo do Estado em parceria com o Governo Federal, a prefeitura realizou uma parceria com o Instituto de Terras de Mato Grosso – Intermat e conseguiu legalizar a situação documental desses logradouros, bem como dos moradores e suas propriedades.

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Na verdade essa regularização fundiária de Rondonópolis, está sendo considerada uma das maiores realizações do governo Pátio, em razão da importância dos moradores conseguirem regularizar seus imóveis conseguindo o título de propriedade ou escritura definitiva registrada em cartório.

Segundo a gestão municipal, cada escritura pública está avaliada em cerca de R$ 10 mil e está sendo entregue sem nenhum custo ao cidadão.

Para o morador Antônio Souza, receber a escritura da prefeitura e ter a propriedade legítima do seu imóvel não tem preço. “A gente que é pobre, encontra muita dificuldade em registrar o terreno, a casa própria. E os anos vão passando, a gente não tem como fazer um financiamento nos bancos para uma reforma ou uma ampliação, e muito menos pagar uma quantia dessa de R$ 10 mil para fazer a escritura. Então nós agradecemos demais ao prefeito Zé do Pátio por este presente que vai dar mais segurança para cada um que agora tem seu imóvel legalizado. Eu, minha família e todos que recebemos o documento estamos muito felizes e agradecidos”, disse o morador.

Pátio falou aos presentes: “Eu quero agradecer ao governo Mauro Mendes, ao Intermat, e a prefeitura de Rondonópolis. Onde nós estamos passando de 30 mil escrituras entregues de graça em Rondonópolis. Dessas, mais de 29,5 mil, nós fizemos com recursos próprios do município, e o restante, em parceria com o Governo do Estado para regularizar alguns bairros, como os Conjuntos São José I, II e III e ainda o Marechal Rondon, a Vila Canaã, o Jd. Amizade, enfim: nós vamos regularizar toda esta cidade”, garantiu o prefeito, que continuou: “Eu estou muito feliz, porque estamos desamarrando e destravando a cidade dando escritura definitiva registrada em cartório, o que proporciona mais cidadania às pessoas, dando mais esperança e qualidade de vida”, finalizou.

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Participaram da solenidade, o prefeito Pátio, o vice Aylon Arruda, o representante do Intermat, Erivelton Vieira, o deputado estadual Thiago Silva, vários vereadores, o diretor do Sanear, Paulo José, além de secretários municipais, como Huani Rodrigues da habitação, lideranças comunitárias da região e, o mais importante: os moradores beneficiados com a regularização.

O vice prefeito Aylon Arruda e o diretor do Sanear, Paulo José…

Secretária Huani Rodrigues da habitação…

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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