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Polícia Civil prende jovem pelo crime de extorsão qualificada em Apiacás

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Policiais civis da Delegacia de Apiacás (1.010 km ao norte de Cuiabá) efetuaram a prisão em flagrante de um jovem de 21 anos, por extorsão qualificada pelo concurso de pessoas, na quarta-feira (30.08).

As diligências investigativas iniciaram logo depois que a vítima de 26 anos, procurou a Polícia Civil de Apiacás para registrar a ocorrência.

O comunicante relatou que havia sido ameaçando de morte, por um indivíduo que lhe procurou pessoalmente para cobrar a dívida de um agiota.

Após as ameaças, o suposto cobrador criou um grupo no aplicativo do WhatsApp com mais quatro homens, exigindo que o pagamento fosse realizado até o final da tarde.

Segundo a vítima, o dinheiro emprestado do agiota foi de R$ 600, bem como já havia pago a quantia de R$ 400, restando apenas R$ 200. Porém os cobradores estavam exigindo o valor de R$ 1,6 mil.

Diante dos fatos os policiais civis passaram a diligenciar e localizaram o suspeito. Ao ser abordado, ele contou que é de Sinop e estava na cidade para fazer a cobrança.

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O jovem foi conduzido até a Delegacia de Apiacás, onde foi interrogado e autuado em flagrante delito. Após a confecção dos autos, o peso foi colocado à disposição da justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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